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	<title>Gisela Kassoy &#187; artigos</title>
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		<title>venda bem a sua ideia</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 13:25:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[ A mulher de César precisava ser e parecer honesta. Uma ideia precisa ser e parecer boa.
Sou consultora em Criatividade e Inovação. Meu trabalho é, além de provocar ideias, garantir que elas não sejam desperdiçadas. E o primeiro passo é comunicá-las ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> A mulher de César precisava ser e parecer honesta. Uma ideia precisa ser e parecer boa.</p>
<p>Sou consultora em Criatividade e Inovação. Meu trabalho é, além de provocar ideias, garantir que elas não sejam desperdiçadas. E o primeiro passo é comunicá-las bem.</p>
<p>A dificuldade começa porque as pessoas tendem a se entusiasmar tanto com própria ideia que acreditam que todos vão acatá-la de imediato.</p>
<p>As vezes, o que acontece é o oposto: tomar conhecimento de algo novo exige uma nova forma de pensar, uma revisão de paradigmas. Isso causa inquietação e portanto  rejeição.</p>
<p>Existem, entretanto, táticas simples que ajudam a vender uma ideia.  Vamos a elas:</p>
<p>¨      <strong>Planeje e Ensaie a Venda da Ideia</strong> &#8211; Procure ter conversas informais sobre a ideia. Leve em conta as características de seus interlocutores e as razões pelas quais eles aprovariam ou reprovariam sua ideia. A pessoa que elogiou sua ideia era neutra ou aprovou por interesse? As críticas foram construtivas ou vieram de pessoas pessimistas? Anote todos os comentários e perguntas. Você poderá usá-los para aprimorar sua ideia e sua apresentação;</p>
<p>¨      <strong>Ganhe Cúmplices</strong> &#8211; Comece contando sua ideia para as pessoas mais abertas. Assim, sua ideia estará fortalecida ao ser apresentada às pessoas mais conservadoras. Anote os feed-backs positivos, eles servirão de argumento.</p>
<p>¨      <strong>Adapte-se ao estilo de seus interlocutores</strong> &#8211; Seu entusiasmo vai contaminá-los ou assustá-los? Detalhes vão entediar ou dar segurança ao seu público? Mais importante: o que eles ganham em contribuir com sua ideia? Tenha o perfil de cada um de seus interlocutores em mente antes de apresentar a ideia.</p>
<p>¨      <strong>Prepare-se para Vender a Ideia aos Mais Resistentes</strong> &#8211; Imagine todos os aspectos negativos da sua ideia. Você assim estará preparado para dizer aos seus interlocutores.”já pensei nisso, mas podemos &#8230;&#8221; Esta frase demonstra segurança e irá tirar seus interlocutores da posição de críticos.<br />
Arme-se psicologicamente também. Não conte seu plano às pessoas muito críticas logo no início. Elas poderão desanima-lo.</p>
<p>¨      <strong>Pergunte <em>Por que não?</em> </strong>– Se ouvir uma rejeição, pergunte “por que não?” para que ambos sejam objetivos na tentativa de descobrir as objeções. Talvez você possa encontrar razões pertinentes e uma pequena adaptação à sua ideia poderá torná-la ainda melhor;</p>
<p>¨      <strong>Apresente um Projeto</strong> &#8211; Para apresentar sua ideia ao seu chefe, equipe ou patrocinadores, embale-a de forma mais profissional possível. Aponte os resultados que ela trará, calcule o custo-benefício, faça um plano de ações. Priorize, entretanto, os focos de interesse e faça um índice: a intenção não é desfilar um calhamaço enorme, mas sim dar segurança ao interlocutor de que seu projeto foi devidamente estudado. No momento da apresentação formal, valorize os benefícios e detalhe apenas o que for perguntado. Uma forma rápida e interessante de mostrar os benefícios de uma inovação é dar um nome que explica de imediato seu propósito. É o caso geladeira frost free, da mini van e da própria revista Vencer;</p>
<p>¨      <strong>Seja Claro</strong> &#8211; Evite deixar o seu interlocutor confuso: ele será tentado a desistir da ideia só para não se dar ao trabalho de entendê-la;</p>
<p>¨      <strong> Evite Detalhamento do Plano de Ações</strong> &#8211; Isto fará com que seu interlocutor veja a implementação de sua ideia como uma “trabalheira”. O Plano de Ações terá o seu momento, mas não deve servir de argumento para a rejeição à ideia. Por outro lado, se seus interlocutores estiverem ávidos para discutir o Plano de Ações, é bem provável que já tenham comprado a ideia;</p>
<p>¨      <strong>Garanta Credibilidade</strong> – Se você não for suficientemente conhecido, apresente seu currículo.  Mencione também as fontes do seu estudo. Mesmo que você tenha tido a concepção inicial no banho, já fez análises consistentes sobre a receptividade do mercado e custo-benefício da implementação. É importante que seus interlocutores saibam disso;</p>
<p>¨      <strong>Envolva as Pessoas</strong> – Instigue a curiosidade de seus interlocutores, faça com que eles cheguem à sua ideia. Cite a frase de alguém que o levou a pensar naquela ideia, por exemplo. Apresentando a ideia como um produto do grupo você evita ciúmes e favorece o envolvimento;</p>
<p>¨      <strong>Seja Flexível</strong> &#8211; Acredite nos outros. Talvez sua ideia possa mesmo ser aprimorada.</p>
<p>Não desperdice suas ideias. Einstein dizia que fazer uma ideia acontecer requer 1% de inspiração e 99% de transpiração. A venda da ideia ocupa uns 50% .</p>
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		<title>fatores críticos para o sucesso de um programa de ideias</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jul 2011 17:15:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[programa de idéias]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo é uma resposta aos inúmeros pedidos de socorro que recebo via e-mail: são profissionais responsáveis pela implantação de um programa de ideias ou por programas que não decolaram ou murcharam com o tempo.
Os sistemas de geração de ideias ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo é uma resposta aos inúmeros pedidos de socorro que recebo via e-mail: são profissionais responsáveis pela implantação de um programa de ideias ou por programas que não decolaram ou murcharam com o tempo.<br />
Os sistemas de geração de ideias demandam mais do que a instalação de um software, por melhor que ele seja.<br />
Veja os aspectos que considero fundamentais</p>
<p><strong>Customização<br />
</strong>Nestes projetos, benchmarks são freqüentes. Entretanto, os programas de ideias precisam estar profundamente sintonizados com a empresa. Eles variam conforme o tipo de inovação desejada, a cultura da empresa, expectativas, tamanho e estrutura da empresa, o nível sócio-cultural dos participantes, maturidade com processos de inovação, etc. Um exemplo: algumas empresas reconhecem ideias apenas por elas terem sido apresentadas, antes mesmo de elas terem sido aprovadas. Isto é certo? Funciona ou provoca ideias inúteis, que serão apresentadas só para a obtenção do reconhecimento? Esta é uma das opções que vai variar em função da cultura da empresa e da mudança cultural que se quer atingir.<br />
Portanto, antes de orientar o desenho do programa, faço um diagnóstico sobre os aspectos citados e expectativas em vários níveis.</p>
<p><strong>Propósitos</strong><br />
Os programas mais fáceis de administrar tendem a ser os que atendem a propósitos claros e acordados entre todos, como no caso da redução de custos.<br />
Porém muitas empresas optam pelos programas de ideias, sobretudo para estimular a Cultura de Inovação.<br />
Na verdade, todo o programa se beneficia nesses dois aspectos, mas mexer com cultura organizacional envolve mais variáveis, inclusive<br />
líderes informais mais ou menos propensos a aceitar mudanças.<br />
Por isso, elaboro junto com a empresa um Plano de Adoção que procura ver formas de mobilizar as pessoas favoravelmente</p>
<p><strong>Apoio da cúpula</strong><br />
Como em qualquer programa, o apoio da cúpula é fundamental, e quanto antes ele vier melhor<br />
Diretores podem ser conquistados por meio das próprias ideias, que bem comunicadas mostrarão os benefícios do programa</p>
<p><strong>As Gerências</strong><br />
Gerentes nem sempre atuam na apresentação das ideias, mas quase sempre se espera que motivem a participação, avaliem ideias e dêem<br />
espaço para que elas sejam implantadas.<br />
Para tal, realizo palestras de sensibilização, bem como treinamento em avaliação e adaptação de ideias e feedbacks às ideias não aceitas<br />
Negligenciar o preparo e reconhecimento aos gerentes pode criar um grande gargalo, e conflitos posteriores entre gerentes e suas equipes.</p>
<p><strong>Implementação das Ideias</strong><br />
Mesmo recebendo premios, autores das ideias se frustram caso suas sugestões não sejam implementadas<br />
Da mesma forma, o abandono a uma ideia, antes ou depois de sua avaliação diminui a credibilidade ao programa.<br />
Um problema comum é a fila de ideias aceitas, mas não implantadas pela falta de tempo ou dinheiro para tal<br />
Assim, insisto em um budget pré-definido, assim como permissão para a alocação de tempo para garantir a implementação</p>
<p><strong>Aprendizado e Motivação Contínuos<br />
</strong>A motivação é uma questão delicada, que deve ser monitorada frequentemente e estimulada de forma coletiva– com diferentes campanhas – e individual &#8211; com, por exemplo, a atenção que se dá aos feedbacks às ideias não aceitas.<br />
Já o aprendizado envolve visão sistêmica da empresa, avaliação custo benefício de uma ideia e às vezes até da inserção da ideia no sistema.</p>
<p>Presenciei alguns programas nos quais a participação havia começado a decair e os colaboradores alegavam não ter mais ideias. Nessa<br />
hora, promovi seminários sobre diagnóstico de oportunidades de inovação e geração de ideias e as contribuições voltaram a crescer.</p>
<p>A meu ver, estes são alguns “pulos do gato” dos sistemas de geração de ideias. Estou à disposição para ouvir, debater e contribuir.</p>
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		<item>
		<title>contribua para a cultura de inovação de sua empresa</title>
		<link>http://www.giselakassoy.com.br/artigos/contribua-para-a-cultura-de-inovacao-de-sua-empresa</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 19:11:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[O discurso das empresas anda muito parecido: “A lucratividade virá da inovação”, “As pessoas criativas são as mais valorizadas”, “Precisamos fomentar uma cultura de inovação”.
Se você acha que sua carreira passará a ser menos valorizada porque você nunca teve uma ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O discurso das empresas anda muito parecido: “A lucratividade virá da inovação”, “As pessoas criativas são as mais valorizadas”, “Precisamos fomentar uma cultura de inovação”.</p>
<p>Se você acha que sua carreira passará a ser menos valorizada porque você nunca teve uma ideia genial, relaxe: as organizações inovadoras não vivem só de arroubos de criatividade. Elas possuem uma cultura de inovação à qual todos podem e devem contribuir.</p>
<p>Para sua empresa se torne inovadora, ela procurará estimular a absorção de algumas atitudes e comportamentos que inovam a própria forma como estamos habituados a trabalhar e a nos relacionar.</p>
<p>Este artigo visa elencar algumas comportamentos que vão contribuir para a cultura de inovação em sua empresa. Você pode, formal ou<br />
informalmente, tornar-se um líder desse processo de mudança. Sua carreira e sua empresa só têm a ganhar com isso.</p>
<p>Avalie as seguintes sugestões:</p>
<p>Não se intimide se tiver ideias muito revolucionárias &#8211; o importante aí é saber colocá-las para a pessoa certa da forma certa. Tampouco despreze ideias pequenas ou não inovadoras – se elas forem novas para a sua empresa, você já está dando uma contribuição.</p>
<p>Ninguém gosta de palpites alheios sobre sua área de atuação.<br />
Acontece que, às vezes, estamos tão acostumados à nossa forma de agir que temos mais dificuldades que outros em perceber e aceitar alternativas.<br />
Portanto, esforce-se para aceitar (ou pelo menos ouvir) opiniões de outros sobre o seu trabalho.</p>
<p>Ao avaliar uma ideia troque o “não” pelo “por que não?”<br />
Automaticamente, você adotará uma postura inovadora, em vez de avaliadora: seu raciocínio o levará a aproveitar o que há de bom ou especial<br />
em cada sugestão, e você poderá transformar a proposta inicial numa ideia boa.</p>
<p>Da mesma forma, não considere toda surpresa um erro: às vezes as surpresas embutem as melhores oportunidades .</p>
<p>Abandone o mito de que o importante é dar ideias. Claro que elas são importantes, mas adaptá-las, aceitá-las, disseminá-las e implementá-<br />
las fazem parte do processo. Descubra para qual dessas etapas V. tem mais talento e use e abuse dele.</p>
<p>Entenda que estamos em transição, talvez poucas empresas chegaram na cultura de inovação ideal – e as que chegaram continuam mudando&#8230; Entenda também que cada empresa tem a sua própria cultura de inovação, seu jeito de inovar</p>
<p>O que pesa é que você percebe a importância da cultura de inovação, e que contribui para ela.</p>
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		<title>Os quatro ambientes para inovação</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 18:55:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembra-se daquela antiga lenda dos cegos e o elefante, na qual cada cego só percebia a parte que conseguia tocar? Trata-se de uma armadilha freqüente, pois, afinal, é difícil para qualquer pessoa ver o mundo com olhos que não sejam ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembra-se daquela antiga lenda dos cegos e o elefante, na qual cada cego só percebia a parte que conseguia tocar? Trata-se de uma armadilha freqüente, pois, afinal, é difícil para qualquer pessoa ver o mundo com olhos que não sejam os próprios.</p>
<p>Falando sobre inovação, e mais especificamente sobre Gestão da Inovação, há quatro ambientes a serem considerados, e mais uma vez cada profissional dará importância ao que conhece melhor. Os ambientes são: físico, o psico-social, o estrutural e o digital. Cada um requer um olhar, e todos são interdependentes. Apresento aqui os aspectos que mapeio ao verificar os aspectos que influenciam a inovação nas empresas para as quais trabalho:</p>
<p><strong>O Ambiente Estrutural</strong> &#8211; Aqui considero os objetivos a serem atingidos – novos produtos, melhorias, inovações de ruptura? &#8211; e analiso também os aspectos explícitos que influenciam a inovação: o organograma, os processos, os sistemas.<br />
Incluo também a competência dos profissionais , incluindo as necessárias para inovar – tais como criatividade, flexibilidade, habilidade em gerar, avaliar, disseminar e implementar ideias.<br />
Também contemplo job descriptions, formas de avaliação de desempenho e outras iniciativas do RH, pois eles devem estar em sintonia com a inovação que a empresa pretende.<br />
Evidentemente o <strong>ambiente externo</strong>,  que não só influencia a empresa como pode ser o causador das demandas de inovação também é considerado .</p>
<p><strong>Ambiente Psico-Social </strong>- Aqui falo sobre a cultura da organização, o clima, as lideranças informais. Costumo mapear esse ambiente considerando os aspectos que influenciam a inovação, como formas de administração de riscos, principais resistências a mudanças – e como elas são administradas &#8211; e histórico de colaboração. Normalmente, alguns aspectos da cultura precisam de fato evoluir, mas o propósito não é transformá-la (afinal cultura é DNA), mas criar uma forma de inovar que seja adequada a cada empresa.</p>
<p><strong>Ambiente Físico</strong> &#8211; Não é necessário copiar a decoração da Google ou da IDEO, empresas altamente criativas cujos ambientes físicos remetem a uma alegre – e quase organizada &#8211; bagunça. De fato, um ambiente físico informal deixa as pessoas mais livres para criar, mas ele simplesmente não é adequado para toda e qualquer empresa.<br />
E há alternativas: ambientes como o da 3M, mesmo sem ser lúdicos, também estimulam a inovação: na 3M do Brasil, logo na entrada há um mural com a data de lançamento cada produto inovador, cujo nome também se faz presente nas salas de reuniões. Assim, a empresa pontua o quanto ela valoriza o ineditismo.O ideal é incluir o favorecimento à inovação às inúmeras variáveis que determinam um ambiente físico e, sobretudo, perceber – criativamente – formas de inseri-lo</p>
<p><strong>Ambiente Digital</strong> &#8211; O que a intranet ou os ambientes de gestão de conteúdo, blogs, wikis, redes sociais e tudo que vem sendo englobado na categoria de Web 2.0 podem fazer pela inovação? Programas de ideias, Processos de inovação e de Gestão do Conhecimento têm uma importância fundamental na captação, disseminação e desenvolvimento das ideias, pois superam as barreiras do trabalho solo, do tempo e<br />
do espaço. Mas estão sendo bem aproveitados? O que mais pode ser feito?</p>
<p>Infelizmente, as pessoas tendem a contribuir para a inovação olhando para ela sob sua própria ótica. Mas qualquer transformação – ou mesmo evolução &#8211; requer coerência entre os quatro ambientes.</p>
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		<title>V. aprende com os outros?</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 18:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[desempenho]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um mito de que o empreendedor bem sucedido é aquele que teve uma ideia e lutou por ela de maneira cega e obstinada.
A realidade nem sempre é essa: mesmo nos empreendimentos baseados em ideias inovadoras, é fundamental conhecer o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um mito de que o empreendedor bem sucedido é aquele que teve uma ideia e lutou por ela de maneira cega e obstinada.</p>
<p>A realidade nem sempre é essa: mesmo nos empreendimentos baseados em ideias inovadoras, é fundamental conhecer o mercado, visualizar tendências, aprender sobre o operacional da realização e distribuição do novo produto ou serviço.<br />
É muito provável que sua empresa esteja envolvida um ou mais desses procedimentos: gestão do conhecimento, inovação aberta (parceria com<br />
universidades ou outros órgãos e pessoas para o desenvolvimento de uma inovação) , co-criação, programas de ideias ou busca de opiniões sobre empresas e produtos nos sites de relacionamento. O que eles tem em comum? a possibilidade de aprender, crescer e inovar a partir do outro.<br />
Percebo, no meu trabalho com inovação, que aprender com o outro exige mais do que procedimentos formais. É preciso uma mentalidade aberta, força de vontade para ultrapassar preconceitos, mudar a forma de atuação, quebrar paradigmas e sair da zona de conforto.</p>
<p>Antes mesmo de pedir opiniões ou testar produtos é necessária uma competência específica. Além da atitude, é preciso treino.</p>
<p>Elaborei alguns exercícios para o desenvolvimento dessa competência.<br />
Experimente. Além de interessantes, podem gerar resultados concretos</p>
<p>• Converse com pessoas com profissões, valores e estilos de vida diferentes dos seus. Substitua a tentação de julgar pelo desejo de aprender ou de se deixar surpreender. Curta a experiência.</p>
<p>• Não se irrite nem desista de projetos que tomaram rumos diferentes dos previstos. Tampouco considere que houve um erro a ser corrigido.<br />
Apenas saboreie a surpresa e procure as oportunidades embutidas nela</p>
<p>• Se muitas pessoas atacarem uma ideia sua não desista. Por outro lado, não insista buscando argumentos para provar que a proposta é boa e vai dar certo. Aceite os aspectos negativos da ideia e veja como contorná-los.</p>
<p>• A atitude “nem tanto ao mar, nem tanto à terra” vale também para a intuição. Acreditar cegamente nela é tão perigoso quanto negligenciá-<br />
la. Confirme seus palpites com os de outras pessoas e, quando possível, com dados concretos.</p>
<p>• Da próxima vez que V. ouvir uma proposta absurda, considere que seu interlocutor a considera válida. ( Se não, para que contar? ) Portanto,<br />
use a proposta com um pretexto para uma reflexão e analise a ideia em busca do pode ser aproveitado. Este exercício é útil também quando seu<br />
interlocutor estiver “viajando na maionese”. De preferência, viaje um pouco junto com ele.</p>
<p>• Da próxima vez que V. for criticado, não ignore a critica ou menospreze quem o criticou. Vá em busca de alguma dica interessante. Provavelmente V. vai encontrá-la</p>
<p>• Quando souber de alguém que foi extremamente bem sucedido em algo que V. gostaria de ter conquistado (por exemplo, ele emagreceu, passou a ganhar muito dinheiro, foi promovido) evite a inveja. Apenas tente ver o que pode aprender com ele.</p>
<p>• Procure imaginar como funciona a cabeça de seu interlocutor, cliente ou chefe. Ele pende mais para o otimista ou para o pessimista ? Se vê<br />
na obrigação de elogiar ou está mais treinado a criticar? Entendendo o ponto de partida dele, V. poderá aproveitar melhor suas contribuições.<br />
Encontre formas de adquirir gostinho pela novidade, iniciando com aquelas que nas quais V. não precisa acertar. Ao conversar com as pessoas, tenha em mente o aprendizado, a troca, a criação conjunta. V. vai ver como funciona !</p>
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		</item>
		<item>
		<title>a intranet a seu favor</title>
		<link>http://www.giselakassoy.com.br/artigos/desempenho/a-intranet-a-seu-favor</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 01:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se sua empresa ainda não fez, fará. Afinal, a web 2.0 já ocupou o mundo, é inevitável que chegue às organizações.
Isto  quer dizer que os programas internos tendem a se tornar mais  colaborativos. É provável que sua empresa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se sua empresa ainda não fez, fará. Afinal, a web 2.0 já ocupou o mundo, é inevitável que chegue às organizações.<br />
Isto  quer dizer que os programas internos tendem a se tornar mais  colaborativos. É provável que sua empresa já tenha ou pense em possuir  Intranet, Wikis, Programas de Gestão do Conhecimento, Programas de  Ideias, ou algum outro tipo de iniciativa semelhante.<br />
Atuando  com a elaboração de estratégias para a adoção de ambientes digitais,  percebo que os novos usuários nem sempre aproveitam as oportunidades  para aprender mais, facilitar seu cotidiano no trabalho e se destacar<br />
Por isso as dicas abaixo, especialmente para colaboradores que se deparam com as inovações do mundo 2.0</p>
<ol>
<li><strong>Procure incorporar a novidade</strong> &#8211; Um novo ambiente digital pode provocar dois tipos importantes de  mudança: a operacional, que transformará a maneira como V. lida com seu  cotidiano, e a de paradigma, que requer uma mudança mais profunda em  crenças, valores e comportamentos. Em ambos os casos, há uma inclinação  natural a ignorar ou rejeitar a mudança. Se for impossível ignorá-la, a  tendência é visualizar inúmeras razões para abortar o programa.<br />
Este  é o momento de V. fazer uma análise profunda em sua consciência para  checar se suas resistências são objetivas ou subjetivas. Se forem  objetivas, bote a boca no trombone, V. estará contribuindo para a  empresa.<br />
Se  forem subjetivas, ou seja, atreladas a questões que são suas, guarde-as  para si e tente combatê-las. Uma má notícia: não adianta usar um  argumento objetivo para encobrir uma questão sua, como, por exemplo, a  tradicional falta de tempo – é muito provável que a empresa já esteja  preparada para debater as rejeições mais frequentes.</li>
<li><strong>Facilite a incorporação da mudança no seu cotidiano</strong> – Imagine  que sua empresa pretende adotar wikis (uma forma colaborativa de lidar  com os documentos). Wikis tendem a reduzir drasticamente o volume de  e-mails nas organizações, mas demandam mudança de hábitos. Use a tática  dos personal trainers:  dizem eles que qualquer mudança de hábito leva vinte dias para ser  incorporada ao cotidiano. Assim, esforce-se para visitar o wiki pelo  menos uma vez por dia por 20 dias. Passado esse período, V. conhecerá  seus benefícios e já estará convertido.</li>
<li><strong>Esteja atento para as mudanças de comportamento</strong> – Programas de Ideias, Gestão do Conhecimento, Boas Práticas são alguns  exemplos de iniciativas que entram em choque com antigos paradigmas  organizacionais. Por exemplo, deixa-se de “ esconder o leite” e passa-se  a compartilhar conhecimento, deixa-se de temer as críticas às ideias e  passa-se a valorizar a ousadia e assim por diante. Entenda que sua  empresa pretende transformar sua cultura organizacional, o que significa  que vocês estão todos em transição<br />
Seu  desafio, portanto é ser visto como um agente de mudanças pelos mais  inovadores, mas não ser visto com “olhos antigos” pelos mais  resistentes.<br />
Um exemplo: ao compartilhar  conhecimento não se permita passar por ignorante nem por arrogante. Ao  pedir informação justifique sua demanda e nunca responda com “em meus 20  aos de experiência&#8230;” ou algo semelhante. Em vez disso, proporcione  embasamento para sua resposta mediante links para dados ou opiniões de  especialistas (esta dica é válida também para o LinkedIn e demais redes  de intercâmbio profissional)</li>
<li><strong>Dê feedback sobre a usabilidade</strong>.  Se V. teve algum problema para acessar informação ou se percebeu uma  forma de facilitar a vida digital de todos, avise. Não tema passar por  alienígena digital, a intranet foi feita para você e pessoas com o seu  nível de convivência com a web.<br />
Agora, se V. é um geek amador, aproveite para se destacar como tal.</li>
<li><strong>Contribua</strong> &#8211; Além de postar as contribuições em demanda, que podem ser ideias,  dados ou observações, há inúmeros papéis que V. pode assumir  informalmente, como motivador e/ou orientador de seus pares, moderador  (se não existir um moderador formal), etc. V pode inclusive ajudar na  taxonomia (classificação das palavras e categorias). Sua participação  será notada e valorizada.</li>
</ol>
<p>O ambiente digital é de fato um novo mundo. Como tal, cheio de oportunidades. Aproveite! E, além disso, divirta-se</p>
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		<title>pense em sustentabilidade e ganhe em criatividade</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 18:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[mudanças]]></category>

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		<description><![CDATA[Já percebeu quantos exemplos de criatividade estão relacionados à sustentabilidade? Não falo só do trabalho de artistas, artesãos, arquitetos e engenheiros – pessoas criativas por definição. Falo também de ideias para novas fontes de trabalho, de se comunicar, de evitar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já percebeu quantos exemplos de criatividade estão relacionados à sustentabilidade? Não falo só do trabalho de artistas, artesãos, arquitetos e engenheiros – pessoas criativas por definição. Falo também de ideias para novas fontes de trabalho, de se comunicar, de evitar desperdícios e assim por diante.</p>
<p>O trabalho como consultora em criatividade e inovação me permitiu presenciar várias influências ao pensamento humano. Sustentabilidade é uma delas.</p>
<p>Assim, quando atuo com geração de ideias para questões sócio-ambientais, enfatizo:</p>
<p><strong>Um novo olhar </strong>– É o momento de questionar hábitos, rotinas, o “sempre foi assim”, ver o antigo com olhos novos. Quando, por exemplo, se deixa de ver garrafa pet como tal, percebe-se a matéria prima para a construção de luminárias, objetos de decoração e até aquecedores solares e tijolos.</p>
<p><strong>União dos paradoxos </strong>– Progresso ou ambiente? Lucro ou sustentabilidade? Curto prazo ou longo prazo? Não se trata de escolher. Peço às pessoas que evitem a palavra “ou”. O pensamento inclusivo provoca um “upgrade” na criatividade. As soluções terão que aceitar duas ou mais variáveis, que deixarão de ser vistas como opostas.</p>
<p><strong>Amplitude de visão</strong> – Comportamentos sustentáveis exigem mais do que a visão do presente. Ou seja, o valor de um produto não é apenas seu custo-benefício, mas sua cadeia produtiva – quem ou o que foi prejudicado até um produto chegar as minhas mãos, seu ciclo de vida – quem ou o que poderá ser prejudicado depois de eu ter consumido o produto. Cada implicação aumenta o conhecimento e dá chance para novas ideias.</p>
<p><strong>Polinização de ideias </strong>– Costumo estimular os grupos com os quais trabalho a pensar em ideias de outros universos. Empresas podem aproveitar ideias de ONGs e vice-versa. É possível também adaptar comportamentos da natureza.</p>
<p>O importante, nesses casos é não ver apenas o todo da ideia, mas as partes que podem ser aproveitadas. Por exemplo: folhas de árvores quando caem sobre a terra se reciclam naturalmente. O que podemos criar pensando em sucata que cai? Que tal um processo de coleta automático com o das folhas?</p>
<p><strong>Colaboração</strong> – Campanhas, redes e uma crença no bem comum. Lentamente o paradigma hierárquico dá espaço para pensar e agir colaborativamente. Com certeza as ideias e a prática da sustentabilidade aceleram este processo.</p>
<p><strong>Otimismo</strong> – Apesar das previsões catastróficas de alguns ambientalistas, o pensamento sócio-ambiental é necessariamente otimista. Afinal, para que ajudar o planeta se não acreditamos na possibilidade de melhorá-lo? Da mesma forma, para se ter ideias novas – e, portanto desconhecidas &#8211; é preciso acreditar que elas virão.</p>
<p><strong>Mudança cultural</strong> – Pensar e se comportar considerando a sustentabilidade gera uma mudança cultural. Envolve visão de futuro, do planeta, dos outros. Envolve mudar a forma de pensar, como citei acima. E como qualquer mudança cultural, exige abertura e flexibilidade.</p>
<p>Não se discute mais: a sustentabilidade é boa para o mundo e boa para as empresas. Vale lembrar que é boa também para nossas mentes.</p>
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		<title>dê um colinho para si</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 22:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[As demandas que caem sobre nós andam terríveis: além de termos que nos atualizar constantemente em nosso know-how específico, não podemos perder nada do que acontece em política, economia, tendências sociais, gestão&#8230;Precisamos também possuir autoconhecimento, dominar as competências interpessoais e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As demandas que caem sobre nós andam terríveis: além de termos que nos atualizar constantemente em nosso know-how específico, não podemos perder nada do que acontece em política, economia, tendências sociais, gestão&#8230;Precisamos também possuir autoconhecimento, dominar as competências interpessoais e saber trabalhar em equipe. Aí veem as necessidades familiares, o cuidar da saúde, as ações sociais. Andam dizendo agora que precisaremos aprender a falar chinês e ainda há aquele filme imperdível, a necessidade de discorrermos sobre vinhos&#8230; De tudo isso, ficamos, sobretudo, com a angústia e o corre-corre. Não dá nem tempo da gente se questionar se precisa mesmo dominar tanta coisa.</p>
<p><strong>É delegando, selecionando e principalmente priorizando as tarefas, que vamos saber o que realmente merece nossa dedicação e o que podemos eliminar sem culpa.</strong></p>
<p><strong>Não se deixar levar pela culpa não significa ser irresponsável. Basta delimitar, entre as inúmeras necessidades, com quais podemos ser complacentes. Complacência, no dicionário, é sinônimo de agrado, benevolência. Colinho, por que não? Permitir-se não ser perfeito, permitir-se estar cansado, permitir-se não ter tempo. Mas, alto lá! A complacência só vale para determinadas tarefas.</strong></p>
<p>Para saber quais, liste todas as tarefas que você precisa realizar mensalmente, desde as profissionais até as pessoais e familiares. Agora separe o que é ou será imprescindível do que é delegável. Imprescindível é o que só você pode ou poderá fazer, enquanto que delegável é tudo o que poderia ser feito por outra pessoa, por uma máquina, ou o que poderia estar pronto ou quase pronto. Não pense agora se você tem quem faça ou se o produto semi-pronto já existe ou se você ou a empresa não tem verba para a delegação. Foque no que só precisa de sua supervisão.</p>
<p>Agora que você já tem a lista das tarefas delegáveis, comece a pensar em como fazer para se livrar delas ou para reduzi-las. Por exemplo, veja se você pode “delegar” os e-mails em língua estrangeira para um software de tradução, se pode arrumar uma carona para ir aos lugares cujo caminho não conhece, se pode gerar trocas entre amigos, colegas e familiares, desde que todos fiquem com tarefas que gostam de fazer e façam “com um pé nas costas”. Pense também em planilhas e arquivos e todos as ferramentas que a era pós-internet gerou. Seja criativo, mas não elimine sua responsabilidade pelos resultados.</p>
<p>No mais, não se torture mais se levou três dias para mandar lavar o carro, se ainda não leu a análise de conjuntura de duas semanas atrás. Só não adie as tarefas que vão fazer com que você perca tempo depois. Opte sempre pelo prioritário. Sem culpa.</p>
<p>Um pouquinho de colo que a gente se dê pode ser tão revigorante quanto um colo de mãe. Ele fará com a gente aguente o tranco e não corra o risco jogar a toalha ou ficar doente justamente quando nossa dedicação é imprescindível.</p>
<p>No fundo, estamos armazenando tempo e energia para nos dedicarmos ao que realmente interessa.</p>
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		<title>em outubro, ou tu brotas ou tu morres</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 22:27:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca me esqueci dessa frase, escrita junto à foto de uma flor na décima folha de um calendário.
No hemisfério sul, faz sentido: a primavera já explodiu e as flores que não desabrocharam correm de fato o risco de morrerem.
E nós?
Na ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca me esqueci dessa frase, escrita junto à foto de uma flor na décima folha de um calendário.</p>
<p>No hemisfério sul, faz sentido: a primavera já explodiu e as flores que não desabrocharam correm de fato o risco de morrerem.</p>
<p>E nós?</p>
<p>Na minha adolescência, meus colegas e eu costumávamos chamar outubro de o mês do desespero escolar. Havíamos passado o ano todo “na flauta”, chegara o momento de levar a escola a sério.</p>
<p>E depois da escola? Na empresas, mesmo tendo dado duro o ano inteiro, aproxima-se a hora das avaliações, ponderações, planejamento.</p>
<p>E principalmente, a hora de fazermos o que havíamos planejado e não conseguimos realizar. Chegamos à cruel realidade: por mais que tenhamos nos esforçado, parte dos nossos planos pode ter sido deixada de lado.</p>
<p>Pior: já que o clima de “agora ou nunca” é geral, todo prestador de serviços, seja ele um funcionário de uma empresa ou um consultor externo, está ocupado, atendendo às demandas de suas áreas ou de seus clientes.</p>
<p>E as nossas demandas pessoais? Vamos mais uma vez sucumbir ou vamos finalmente nos permitir ler aquele livro,  ir ao dentista,  levar <em>aquele</em> papo com o líder?</p>
<p>Talvez devêssemos nos deixar influenciar pelo Calendário Judaico, no qual o ano começa agora. As celebrações sugerem um período de revisão dos sonhos e avaliação de nosso comportamento e culminam com um Dia do Perdão.</p>
<p>E se perdoássemos nossa extrema ambição, alimentada pelo pique do início do ano?   Poderíamos reler nossos planos com um olhar benevolente e escolheríamos apenas um de nossos projetos.</p>
<p>Ele seria de cunho profissional ou pessoal, não importa, desde que fosse uma ação pró-ativa, que só dependesse de nós.  Poderia ser o mais fácil, o mais importante ou o mais gostoso de realizar, desde que fosse aquele que realmente catalisasse nossas energias.</p>
<p>Está difícil falar em energia em outubro? Lembre-se que se trata apenas de uma arrancada final, pois Natal e férias já estão a caminho.</p>
<p>Ou Tu Brotas Ou Tu Morres&#8230; soa ameaçador e radical. Mas vale o alerta para que façamos florescer nossos projetos para este ano. Sob o risco de deixá-los morrer ou revê-los na agenda do ano que vem.</p>
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		<title>a próxima vítima pode ser você</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 22:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>

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		<description><![CDATA[O papel de vítima tem lá suas vantagens. Veja só: como vítima V. gera simpatia. A D. Ana, do cafézinho vai sempre servi-lo primeiro, por exemplo. V. dificilmente será lembrado para realizar tarefas importantes, porque vítimas não costumam ser eficientes, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O papel de vítima tem lá suas vantagens. Veja só: como vítima V. gera simpatia. A D. Ana, do cafézinho vai sempre servi-lo primeiro, por exemplo. V. dificilmente será lembrado para realizar tarefas importantes, porque vítimas não costumam ser eficientes, mas pense bem, até isso pode ser uma vantagem. Já pensou que delícia? Com exceção das pessoas caridosas, todos os demais vão esquecer de você.</p>
<p>Outra coisa: vítimas nunca são responsáveis por nada. É sempre a conjuntura, a concorrência, o chefe. E mesmo se V. foi vítima de uma dor de barriga, em princípio V. não tem nada a ver com isso.</p>
<p>Dá até para manipular alguns incautos. Quem sabe se aquela selecionadora de pessoal não vai ficar com pena de V, que não estudou porque estava esgotado de tanto trabalhar?</p>
<p>Não acredite nessas balelas, tipo “as empresas precisam de pessoas que resolvam situações, não que justifiquem seus erros”. V. sempre vai encontrar alguém com o coração mole para deixá-lo sossegado.</p>
<p>Quer cultivar seu papel de vítima? Então não se esqueça:</p>
<p><strong>Esteja cercado de outras vítimas</strong> &#8211;  Já reparou como é gostoso? Quando duas ou mais vítimas se encontram, a conversa rapidamente cai sobre os culpados. Esse papo gera um alívio tão grande&#8230;</p>
<p><strong>Cultive mágoas e rancores</strong> &#8211; Lembre-se sempre do mal que lhe fizeram, aproveite para reforçar a sensação de impotência. Se, por exemplo, alguém roubou sua ideia, fique ressentido a ponto de não conseguir criar mais nada.</p>
<p><strong>Amplie os problemas</strong> &#8211; A vítima é a pessoa que acredita que todos os problemas são maiores do que sua capacidade de solucioná-los. Viu que fácil? Transforme seus desafios em situações aterradoras, nem se lembre de suas competências ou de que pode se preparar ou pedir ajuda.  Deixe que a dificuldade tenha o efeito de um gás paralisante.  Alguém vai se compadecer e realizar suas tarefas. E caso essa pessoa acabe ocupando o seu cargo, V. terá o resto da vida para se queixar.</p>
<p><strong>Mostre como é coitado</strong> &#8211; Por exemplo, ao discutir salário, faça uma lista de suas necessidades pessoais. Diga que ajuda seu cunhado, que seu filho está louco para ter uma nova TV. Não mencione suas contribuições para com a empresa, nem dê a entender que vai ser vantajoso para a empresa remunerá-lo bem.</p>
<p><strong>Jamais assuma seus erros</strong> –  Pessoas que assumem seus erros tendem a corrigi-los. Isso não serve para as vítimas. Ao culpar os outros ou as circunstâncias V. estará demonstrando que em situações semelhantes agirá da mesma forma. Olha só que alivio para seus concorrentes!</p>
<p><strong>Não se aprofunde em análises</strong> &#8211; As situações atuais são complexas. Dificilmente um problema tem uma única causa ou um erro tem um único culpado. Mas não faz mal: é chique ser vítima de uma capacidade de percepção reduzida .  Dá sempre para dizer “Como é que eu ia saber?”</p>
<p><strong>Evite dar sua opinião</strong> &#8211;  Parta do princípio que ninguém vai levá-lo a sério. Considere também que contestar dá trabalho. Se V. estava com a razão, vai poder gozar sozinho as delícias de dizer “eu sabia!”</p>
<p><strong>Evite falar de seus sentimentos</strong> &#8211; Se algo o incomoda, fique na sua. Deixe a situação incomodá-lo até o martírio. Agora, culpar alguém por não ter adivinhado seus sentimentos já é demais!</p>
<p>Vítimas têm o poder de aborrecer pessoas, manipular familiares e prejudicar empresas. Só há um problema: nada se compara ao dano que uma vítima causa a si mesma.</p>
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